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Oportunidades no setor farmacêutico em 2017<http://www.guiadafarmacia.com.br/noticias/mercado/11242-oportunidades-no-setor-farmaceutico-em-2017>

Guia da Farmácia

Para que 2017 seja um ano repleto de oportunidades positivas, uma boa aposta deve ser feita nos nutracêuticos

De acordo com a Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) a indústria farmacêutica driblou a crise econômica e cresceu aproximadamente 12,55% no ano passado, mesmo diante de um cenário desfavorável, com o número de desempregados batendo recorde.

Segundo alguns especialistas do ramo, esta tendência positiva pode ser esperada também em 2017, com crescimento de vendas (em unidades) acima da inflação, e em relação ao faturamento (R$) deve ser um pouco menor, pois a elevação dos preços deve ser conservadora, justamente pela crise instalada.

É claro que o retorno do crescimento econômico do Brasil é um fator extremamente importante para que o setor possa resgatar o patamar de crescimento dos anos anteriores, porém, mesmo diante de um momento tão complexo, a saúde e o bem-estar são prioridades que o brasileiro não abre mão, o que faz com que o potencial de consumo no País, no setor farmacêutico, seja ainda elevado.

Dentro deste mercado há algumas categorias que podem apresentar uma grande oportunidade de crescimento, tais como os nutracêuticos, produtos dos segmentos Fitness/WellnessNutrition. De acordo com o relatório publicado pela MarketsandMarkets, há estimativa é que a venda poderá saltar de US$23,8 bilhões (2013) para US$ 33,6 bilhões em 2018. Já o mercado de fitness, segundo dados de pesquisa da Euromonitor, deve movimentar R$ 27 bilhões até 2020 no Brasil.

A Euromonitor também apontou que o mercado de suplementos alimentares no Brasil gira em torno de US$ 400 milhões, e dentro deste valor US$ 13 milhões são destinados a suplementos voltados especificamente para a beleza. As farmácias ainda precisam evoluir com a forma de trabalhar corretamente com esta categoria, mas é fato que se houver empenho na gestão destes itens, há grande oportunidade de crescimento,

Diferentemente dos medicamentos, os produtos para Fitness/WellnessNutrition não possuem preços controlados pelo governo, deixando assim uma liberdade para trabalhar as margens e, desta forma, contribuir com a rentabilidade e lucratividade dos pontos de vendas!

Há diversas formas de enfrentar a crise e, para que 2017 seja um ano repleto de oportunidades positivas, uma boa aposta deve ser feita nos nutracêuticos, ou seja, nas cápsulas, bebidas e alimentos, com associações de vitaminas e minerais ou outros ingredientes naturais. Quem investir nestes itens poderá ter boas surpresas no caixa, desde que seja feita a lição de casa com uma boa gestão de categoria, aliada a um treinamento constante e adequado para os funcionários dos pontos de venda.

Fonte: O Estado de S.Paulo



Depressão e ansiedade aumentam o risco de morte por câncer

Veja

Pessoas que sofrem de depressão ou ansiedade correm maior risco de morrer de alguns tipos de câncer. De acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica British Medical Journal (BMJ), pacientes que declararam sofrer problemas psicológicos eram mais propensos a morrer de câncer de intestino, próstata e pâncreas.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, Universidade de Edimburgo, na Escócia e Universidade de Sydney, na Austrália, analisaram dezesseis estudos que realizavam um acompanhamento de uma determinada população por uma dezena de anos, totalizando 163 363 adultos na Inglaterra e em Gales.

A equipe, dirigida por David Batty, epidemiologista da University College de Londres, focou seu estudo nos casos de câncer que dependem dos hormônios ou que estão relacionados ao estilo de vida do paciente. Vários estudos anteriores sugerem que o desequilíbrio hormonal que gera a depressão conduz a uma produção mais elevada de cortisol e inibe os mecanismos naturais de reparação do DNA, o que enfraquece as defesas diante do câncer. Também há dados de que entre as pessoas depressivas é mais comum o tabagismo, o consumo de álcool e a obesidade, três fatores de risco para o câncer.



Como seus genes poderão ajudar a neurologia

Veja

A farmacogenômica é um ramo em rápida expansão na medicina; em especial naquelas situações que necessitam de tratamento específico ou de longo prazo. Nossos genes podem ser mapeados e relacionados ou não a certas doenças e tratamentos. Muitas vezes o tratamento de condições como Parkinson, Alzheimer, depressão, derrames, dor de cabeça ou epilepsia baseia-se em tentativa e erro: tenta-se uma medicação após a outra, até que seja encontrada uma adequada para aquele indivíduo.

A farmacogenômica promete transformar a maneira como medicamos nossos pacientes, ao prever o resultado do tratamento e antever possíveis complicações (prever a ocorrência de uma doença é um outro assunto). Os genes deverão indicar qual das medicações provavelmente beneficiará mais aquele indivíduo: noutras palavras, permite uma prescrição personalizada. A quantidade de informação farmacogenética vem aumentando exponencialmente nos últimos anos, e podemos esperar que diretrizes de tratamento baseadas nessas informações sejam implementadas no futuro próximo.

Algumas ações práticas já existem. Por exemplo: indivíduos do Sudeste Asiático ou seus descendentes apresentam risco muito maior de desenvolver efeitos colaterais gravíssimos ao utilizar a carbamazepina (uma medicação utilizada para tratar a epilepsia) caso possuam um determinado gene. Assim, sempre que pensarmos em utilizar a carmabazepina em um indivíduo do Sudeste Asiático, tal gene deve ser pesquisado antes. Pacientes que façam uso de valproato (para epilepsia, dor de cabeça, distúrbios de humor) possuem risco aumentado de complicações graves quando portadores de certas deficiências no ciclo da ureia e seus genes.



Uma grande atenção tem sido dada aos genes que levam a uma maior ou menor metabolização dos diferentes medicamentos utilizados no tratamento dessas doenças neurológicas e psiquiátricas. Aqueles indivíduos que possuem genes ligados a um metabolismo mais rápido das medicações têm maior probabilidade de responder mal ao tratamento.

No momento temos muita dificuldade em valorar os resultados obtidos com nosso mapeamento genético. Mas esse procedimento vai tornar-se corriqueiro nos próximos anos, e certamente vamos obter informações capazes de beneficiar nossos pacientes.



Tomar muito banho faz mal?

Veja

Provavelmente você já ouviu falar que tomar muito banho, principalmente quente, não é bom para a pele nem para o cabelo. Agora, um novo estudo veio reforçar essa tese. Pesquisadores do Centro de Ciência Genética da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, concluíram que o excesso de limpeza pode danificar o micro bioma humano – uma coleção de bactérias, vírus e outros micróbios que vivem em nosso corpo e são essenciais para a manutenção de nossa saúde, de acordo com informações do jornal britânico Independent.

Esse micro bioma é essencial para a nossa saúde e o estudo sugere que “perturbar nossos ecossistemas microbianos pode causar doenças que podem afetar nosso sistema imunológico, digestivo e cardíaco”.

Yanomamis

No estudo, os pesquisadores analisaram a população da tribo Yanomami, que vive na Amazônia, e concluíram que, em comparação com pessoas ocidentais, essa população tinha um micro bioma muito mais rico. Segundo eles, foi a “maior diversidade de bactérias e funções genéticas já relatadas em um grupo humano”. Eles até abrigavam bactérias que carregavam resistência aos antibióticos, apesar de não ter nenhum contato conhecido com antibióticos.

Os pesquisadores concluíram que a ocidentalização ou excesso de zelo afeta significativamente a diversidade do micro bioma humano, mas não souberam dizer qual seria a frequência de banho ideal para mantermos um micro bioma rico – sem cheirar mal.



Cérebro masculino fica 'sobrecarregado' em teste de multitarefas



Por France Presse

Em estudo, voluntários fizeram caminhada em esteira enquanto realizavam tarefas verbais; mulheres jovens se saíram melhor que homens (Foto: CDC/ Amanda Mills)

Um estudo divulgado nesta quarta-feira (25) revelou que quando confrontados com um desafio mental enquanto fazem uma caminhada, por exemplo, os homens têm alguma alteração no movimento, o que não acontece com a maioria das mulheres, reabrindo o debate sobre as diferenças cerebrais entre os gêneros.

Caminhando em uma esteira ergométrica, homens - e mulheres com mais de 60 anos - passaram a balançar menos o braço direito quando confrontados com um teste de linguagem complicado, descobriram os pesquisadores.

Acredita-se que tanto a função da linguagem como o balanço do braço direito são controlados principalmente pelo hemisfério esquerdo do cérebro.

"As mulheres com menos de 60 anos pareciam resistentes a esse efeito, visto que eram capazes de realizar a tarefa verbal sem mudanças no balanço do braço", disse a coautora do estudo Tim Killeen, neurocientista do Hospital Universitário Balgrist, na Suíça.

"Nos homens e nas mulheres mais velhas, a tarefa verbal parece sobrecarregar o hemisfério esquerdo, na medida em que o movimento do braço direito é reduzido", acrescentou.

Os resultados "inesperados" foram publicados na revista científica "Royal Society Open Science".

"Ficamos surpresos de encontrar uma diferença de gênero tão consistente na forma como dois comportamentos relativamente simples - controle cognitivo e balanço do braço - interagem entre si", disse Killeen à AFP.

A equipe usou câmeras infravermelhas para registrar os padrões de caminhada na esteira em 83 pessoas saudáveis, com entre 18 e 80 anos.

Os participantes foram convidados a caminhar - primeiro normalmente e, em seguida, enquanto executavam uma tarefa verbal chamada teste Stroop.

Desenvolvido na década de 1930, o teste consiste na impressão do nome de uma cor, como "vermelho", em tinta de uma cor não correspondente - verde, por exemplo. Em seguida, pede-se a uma pessoa que olhe para a palavra e diga qual é a cor da tinta.

Melhores na linguagem?

O teste é difícil, explicou Killeen, porque o cérebro humano "vê" tanto a palavra escrita como a cor da tinta, e deve conciliar as duas.

Durante uma caminhada normal, os braços esquerdo e direito balançaram igualmente.

"Quando adicionamos a tarefa verbal, observamos que em homens de todas as idades e em mulheres acima de 60 anos, essa simetria foi rompida, com uma redução no balanço do braço direito, enquanto o braço esquerdo continuava balançando normalmente", disse Killeen.

Isso prova que as mulheres são melhores na realização de multitarefas?

"Acho que isso mostra que as mulheres mais jovens podem ser capazes de resistir à interferência desses dois comportamentos bastante específicos", disse a pesquisadora.

Ainda não foi demonstrado se esse padrão se aplica a outras atividades simultâneas - como dirigir e falar ou andar e enviar mensagens de texto ao mesmo tempo, por exemplo.

Também não está claro se a habilidade de uma mulher de realizar o desafio para o cérebro no seu passo normal lhe confere qualquer vantagem sobre os homens, disse Killeen.

O fato de as mulheres com mais de 60 anos perderem a capacidade pode fornecer uma pista sobre a origem desta capacidade, disseram os pesquisadores.

Os receptores cerebrais do hormônio feminino estrogênio podem captar um maior impulso em mulheres mais jovens, que o possuem em maior quantidade.

"Alternativamente, as mulheres muitas vezes demonstram ter habilidades verbais um pouco melhores que os homens" e podem achar o teste Stroop mais fácil, disse Killeen por e-mail.

"No entanto, isso não explica por que as mulheres mais velhas apresentam o 'padrão masculino' após 60 anos", ressaltou.

Estudos anteriores discordaram sobre se as mulheres são realmente melhores do que os homens em fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo.



Vacina para herpes genital mostra-se promissora

     Terra





Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, têm trabalhado no desenvolvimento de uma vacina para o herpes genital, e têm conseguido resultados promissores nos testes com animais.

O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível (DST) transmitida por vírus e que ataca a pele ou as membranas mucosas dos genitais. Dados a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que mais de 3,7 bilhões de pessoas no mundo, com idade inferior a 50 anos, estão infectadas com o vírus do herpes simples tipo 1 (HSV-1), que leva a feridas na boca e pode ainda causar herpes genital; e aproximadamente 500 milhões de pessoas estão infectadas com o vírus do herpes genital (HSV-2).

O vírus é doloroso e embaraçoso para adultos, muitas vezes produzindo bolhas e feridas na área genital. Mas também tem profundos efeitos sobre a saúde. Os bebês nascidos de mães infectadas podem contrair o vírus, desenvolvendo doença grave e muitas vezes letal. Além disso, as pessoas com feridas genitais causadas por herpes são muito mais suscetíveis à infecção pelo HIV.

A vacina desenvolvida pela Universidade da Pensilvânia é “trivalente” e visa três partes diferentes do vírus, fechando sua capacidade de entrar em células e evadir a detecção pelo sistema imunológico. Em estudos de laboratório, a vacina provou 98% de eficácia na proteção de cobaias contra a infecção genital do herpes. A vacina também promoveu uma resposta imune em macacos, aumentando os níveis de anticorpos dirigidos contra o vírus. O próximo passo do estudo é realizar ensaios humanos.

A nova vacina induz uma resposta imune que produz três anticorpos dirigidos a diferentes aspectos do vírus herpes genital. Dois dos anticorpos impedem que o vírus bloqueie o sistema imunológico, enquanto o terceiro impede que o vírus entre nas células. Contudo, o coordenador do estudo, Dr. Harvey Friedman, explica que o vírus do herpes é difícil de derrotar, pois pode ficar latente por longos períodos após infectar as células, evitando a detecção pelo sistema imunológico entre os surtos da doença. Ainda segundo o especialista, a vacina contra herpes genital pode ter um grande impacto sobre a epidemia de HIV, reduzindo os casos de infeção por esse vírus.

Os resultados do estudo foram publicados na revista PLOS Pathogens.

Fonte: PLOS Pathogens,

Tratamento com testosterona para ganho de músculos pode causar tromboembolismo venoso



Terra

O tratamento com testosterona traz a promessa de ganhar músculos mais facilmente, diminuir as taxas de gordura corporal, diminuir as celulites e estrias e ainda ajudar na libido. A testosterona injetável possui defensores que acreditam que essa é uma das melhores maneiras de ajudar o corpo a crescer e ficar mais forte.

Entretanto, o início do tratamento com testosterona está associado a um risco aumentado de tromboembolismo venoso (TEV), atingindo um pico dentro de seis meses e diminuindo depois, de acordo com um estudo publicado no BMJ.

Pesquisadores da Alemanha e seus colegas analisaram dados de 19.215 pacientes britânicos com TEV confirmado. Estes homens foram comparados com 909.530 doentes com idade correspondente num grupo de controle.

Nos resultados, durante os primeiros seis meses de tratamento com testosterona, a razão de taxa de TEV foi de 1,63 em comparação com aqueles que não tomam o hormônio. As proporções de taxas após mais de seis meses de tratamento e cessação do tratamento foram de 1,00 e 0,68, respectivamente.

Portanto, o estudo sugere um aumento transitório no risco de TEV que tem picos durante os primeiros três a seis meses e diminui gradualmente a partir de então. Mais pesquisas são necessárias para confirmar esse aumento temporal no risco de TEV e para investigar o risco em usuários de testosterona pela primeira vez, e também confirmar a ausência de risco com o uso a longo prazo.

Fonte: BMJ 2016;355:i5968



Acidente Vascular Cerebral

Terra

O que é

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma complicação que ocorre no cérebro quando há o entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue a este órgão. Tal entupimento ocasiona a supressão da circulação sanguínea na região, e pode ocorrer em duas formas: isquêmico ou hemorrágico.

O AVC Isquêmico é ocasionado por uma obstrução, ou seja, algum fator provoca um entupimento das veias cerebrais, impedindo o fornecimento de sangue. O AVC Hemorrágico, popularmente conhecido por derrame, por sua vez, ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe, causando um sangramento no cérebro.

Sintomas e fatores de risco

Na maior parte dos casos, o AVC apresenta sintomas característicos, como a diminuição ou perda repentina de força na face, braço ou perna, normalmente em um só lado do corpo; perda súbita de visão; alterações na fala; sensação de formigamento na face e membros; dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente; instabilidade, vertigem e desequilíbrio associado a náuseas e vômitos.

Entre os principais fatores de risco para a doença estão: sedentarismo; consumo de bebidas alcoólicas; tabagismo; uso de pílulas anticoncepcionais; dieta rica em gorduras; estresse; e doenças como hipertensão e diabetes.

Tratamento

O tratamento para o AVC deve ser imediato e varia conforme o caso, podendo ser cirúrgico ou medicamentoso, utilizando-se anticoagulantes. Como a grande maioria dos pacientes acometidos por um AVC sofre sequelas, o tratamento dispendido a ele deve ser multidisciplinar, envolvendo fisioterapeutas, psicólogos, médicos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, no intuito de melhorar sua qualidade de vida.

Prevenção

A prevenção do AVC consiste na manutenção de um estilo de vida saudável, evitando o consumo de gorduras e álcool, o sedentarismo e o tabagismo. Pessoas com diabetes e problemas de hipertensão devem ter cuidado redobrado, buscando sempre orientação médica e mantendo a doença sob controle.

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